Como perder um cliente

Maio 1, 2008 · Arquivado em Pessoal · 2 Comentários 

Feriado, primeiro de Maio, euzinha que não ia ficar na cozinha preparando comida. A preguiça como sempre falando mais alto.

Spoleto

Aproveitando que tinha que resolver alguns problemas particulares na rua, aproveitei para almoçar no Spoleto, que era o lugar menos cheio que encontrei. Copacabana estava um caos por conta do show Tributo à Cazuza.

O Spoleto é um restaurante “especializado” em massas. Qual o item para acompanhar massas que vem logo à sua cabeça, quando você pensa em um belo Capeletti gratinado? Queijo Parmesão!! MUITO queijo parmesão.

Então. Escolhi meus ingredientes e fiquei procurando a famosa “tijelinha” de queijo que ficava à disposição dos clientes. Foi aí que eu reparei na bandeja que tinha um “sachet” de queijo ralado, daqueles que a gente compra no mercado, só que em versão miniatura.

Decepção maior foi quando li um aviso no caixa: “Sachet adicional de queijo R$0,50″.

Agora a pergunta que não quer calar. Onde já se viu um restaurante de massas cobrar por queijo ralado, quando ele deveria ser oferecido à vontade ?

Pode parecer uma coisa boba, mas é revoltante. Cobrar por queijo extra? Tchau Spoleto, vocês acabam de perder uma cliente.

P.S A situação acima foi na loja de Copacabana na Figueiredo Magalhães. Não sei se as demais, estão com o mesmo “racionamento”.

Esses jornais ainda acabam comigo…

Abril 8, 2008 · Arquivado em Pessoal · 1 Comentário 

Pode até parecer bobagem, mas não custa nada apurar um pouquinho as notícias antes de publicar, não é verdade? Sempre pegam no pé dos blogueiros por causa disso. Cabe ao jornalista sempre verificar todos os detalhes de uma notícia antes de sair falando abobrinha por aí.

Eis um “print screen” que tirei de uma nota do JB Online:

Por acaso, o tal incêndio foi no prédio que fica bem de frente para a janela do meu quarto. Foi uma coisa assustadora, no início não dava para ter idéia de onde vinha o fogo e claro que imaginava que estava acontecendo bem acima da minha pessoa.

Mas, depois de ir para a rua e poder ver melhor o que estava acontecendo, fiquei mais calma por não ser no meu prédio mas bem chateada por ver tanto fogo destruindo tudo.

Mas o que tem a notinha do JB a ver com isso? Simples, imprecisão nas informações. Dizer que o prédio fica em frente ao Hospital Copa D’or é demais, até porque o prédio fica no mesmo lado de calçada do mesmo.

Podem até dizer que eu estou fazendo tempestade em um copo d’água mas é dever do meio de comunicação transferir informação precisa.

Eu sei que ninguém é perfeito e todo mundo erra, mas tá, imagina se eu tenho algum conhecido que mora em algum prédio em frente ao Copa D’or?! Estresse desnecessário.

Antes que me atirem pedras, eu posso estar um pouco mal humorada hoje. ;)

Mudando de assunto….

Desde a Troca de Blogs, não consegui editar nada para postar aqui no blog, estou passando por umas semanas hiper corridas, mas não pensem que eu abandonei o barco.

Aliás, a correria foi tanta que até esqueci de comentar que agora faço parte da equipe de editores do Nossa Via, escrevendo sobre… futebol! Já estão disponíveis alguns textos meus lá, confiram e comentem! Se você não gosta de ler sobre futebol, não tem problema, tem texto para todos os gostos. É um projeto super bacana que você não pode deixar de conhecer. Também não posso deixar de agradecer a Sam pelo convite.

No mais, podem aguardar que logo logo estou de volta ao ritmo normal. Tenho muita coisa a comentar, como minha experiência com o Ubuntu Linux e um review do meu mais novo brinquedo.

Aguardem!

Isso aqui já foi um Paraíso

Março 17, 2008 · Arquivado em Pessoal · 1 Comentário 

Eu moro (até o final deste mês) no Bairro Peixoto em Copacabana, considerado por muitos um ótimo lugar pra se morar. Realmente, perto do caos que Copacabana vem se tornando com o tempo, o Bairro Peixoto parece um paraíso mesmo, mas infelizmente parece que o pessoal não cuida do espaço como deveria.

Digo isso, pois a Praça Edmundo Bittencourt tornou-se um ponto de encontro para cães e seus donos. Tem finais de semana que rolam até festinhas de aniversário para os bichinhos. Com direito a bolo, parabéns pra você, chapeuzinho, velinha. Tudo que uma boa festa de aniversário pede. Contando muita gente não acredita, mas acontece mesmo!

Mas o verdadeiro motivo deste post é explicar que o nosso bairro não é um paraíso porque muita gente não colabora. Não só aqueles que vem de fora, como os feirantes da quarta feira, mas os moradores também.

A Rua Anita Garibaldi possui um cheiro insuportável. É dá pra afirmar com tranqüilidade que não encontramos apenas dejetos de animais, mas de pessoas também. Não tenho nada contra o pessoal passear com seu bichinho de estimação, mas custa realizar a sua pequena obrigação de recolher os dejetos do animalzinho depois?

Pela quantidade que encontramos na rua, dá pra dizer que a minoria faz o básico.

Outro grande problema que vem tomando conta do local, são os moradores de rua. Chega a assustar a quantidade. Nos 20 anos que moro aqui, nunca vi um carro da Fundação Leão XIII recolhendo essas pessoas. Com isso somam-se aos dejetos de animais, os dejetos humanos. Eu mesma durante a noite, me recuso a andar pela calçada, pois além de suja, a rua anda terrivelmente mal iluminada. Você até esquece que está em Copacabana.

O que mais reparei nas ruas, nas comunidades virtuais relacionadas ao Bairro, são pessoas reclamando do quanto o bairro tem ficado abandonado. O que não é nenhuma mentira. Às vezes acho que depois de tantas tentativas em vão por parte da associação de moradores de fazer alguma coisa para mudar, o pessoal desanimou.

Isso tudo me revolta. Como um lugar tão bacana de se morar pode ser tão mal cuidado, tão abandonado?

Hoje o Bairro Peixoto pode ser tranqüilo, mas está longe de ser aquela maravilha que era quando cheguei aqui. Fico imaginando quando voltar ao Rio daqui há alguns meses ou anos o que vou encontrar. É triste. Eu procuro sempre fazer a minha parte, pena que outras pessoas, não façam o mesmo.

Este post faz parte da Blogagem Inédita

Seja um milionário e assista vários shows este ano!

Fevereiro 13, 2008 · Arquivado em Pessoal · 8 Comentários 

Depois do show do The Police no ano passado, aos poucos começam a surgir os anúncios de novos shows nacionais e internacionais no Brasil. Quer assistir todos eles? Se você for uma pessoa com grana, seja feliz! Do contrário, o jeito é fazer uma listinha, escolher os principais e pegar todas as economias para bancar o ingresso. Tem ainda a terceira opção, simplesmente não assistir nenhum!

Eu passei a priorizar outras coisas na minha vida. Melhorar minhas ferramentas de trabalho, investir em coisas mais importantes para crescer mais ainda. Assistir um show, principalmente de um artista que admiro é uma senhora diversão, mas os organizadores estão perdendo a noção da realidade quando definem o preço dos ingressos. Principalmente aqui no eixo Rio-São Paulo.

Show do Bob Dylan em São Paulo, quer assistir? Então você terá que desembolsar no mínimo 250 dinheiros para comprar ingresso para um lugar que com certeza não é dos melhores.

Virou abuso? Na minha opinião, sim. Basta dar uma olhada nas páginas de cultura. Cento e oitenta reais para ver My Chemical Romance, cento e quarenta reais para o Deep Purple. Onde e quando que o Brasileiro vai ter direito a cultura? Em um País que o Salário Mínimo não dá nem pra saída, confesso que o bolso chega até a doer só de pensar em gastar uma “pequena fortuna” dessas para assistir um show de uma hora e meia.

Culpa das carteirinhas de estudante? Talvez, mas eu não diria somente das carteirinhas. Pra falar a verdade, acredito que esta desculpa nem cole mais. Eu sei que os custos de produção são caros, os cachês são altos, mas o povo que não é mais estudante não deve sofrer as consequências de uma lei, da qual não tenho nada contra.

O mais triste é que às vezes parece que o povo brasileiro não tem o hábito de protestar por seus direitos. A grande maioria não reclama e por isso muitas coisas continuam do jeito que está.

Não pense você que o abuso ocorre somente com shows internacionais, por mais que eu seja fã da Ana Carolina, por exemplo, eu não tenho mais coragem de desembolsar R$150 (preço médio das suas apresentações aqui no Rio) para assistir a um show dela.

Minha fase tiete pode ter passado, mas a revolta por ver esse tipo de abuso no preço dos ingressos, não.

Eu esqueci de desejar feliz ano novo aos meus leitores

Fevereiro 7, 2008 · Arquivado em Pessoal · Deixe seu pitaco! 

Verdade, então vamos lá: Feliz Ano Novo leitores!

Não, você não está ficando maluco, muito menos eu. Sabe como é aqui no Brasil, como o ano só começa depois do Carnaval, nada como desejar um ótimo ano novo aos meus leitores.

Eu d.e.t.e.s.t.o Carnaval. Isso é fato.

Você anda pela rua, só vê gente bêbada e sem graça, é obrigada a aturar sons ensurdecedores de bandas passando na sua rua o tempo todos e na televisão… Ah, melhor nem tocar na parte da programação das emissoras. Principalmente as abertas. É uma overdose de comentários bobos de locutores esportivos fazendo cobertura de desfile de escolas de samba (que aliás, a cada ano que passa perde ainda mais a graça, já que a mesma escola insiste em ganhar o campeonato aqui no Rio), comentários bobos do Nelson Rubens sobre o Baile Gay e comentários mais absurdos ainda que surgem nas emissoras que alugam todo seu horário da madrugada para programas religiosos, ô variedade.

Mas, vamos tirar o lado bom de tudo isso. O Feriado. Mas pera aí, o feriado também tem seu lado bom e ruim. Por conta dele, muita gente ficou sem receber sua grana de alguns programas de afiliados, o terceiro dia útil do mês passou para o dia 08 de Fevereiro e os bancos se transformaram no verdadeiro inferno nesta quarta feira de cinzas. Azar o meu que tive que frequentar um.

O lado bom… Bem, eu finalmente consegui chegar ao final da terceira temporada de House, assisti Persepolis, que aliás é tudo de bom e fiquei um bom tempo de bobeira. Afinal, ninguém é de ferro. Ficar offline de vez em quando é bom, com exceção de quando seu PC resolve dar problema justamente nesse período e você é obrigada a restaurar toda a máquina, por conta de um erro que vem tirando meu sono. Eu não vejo a hora de trocar de PC!

Enfim, era isso. Uma simples vontade de desejar ano novo aos meus leitores acabou virando esse texto mal humorado. Estou mal humorada hoje. Até agora estou tentando descobrir o motivo, quando eu descobrir, juro que conto pra vocês.

Próxima Página »